Documentário de saúde sobre o fim da vida

11 02 2013

Sob o título 'morte são todos', a produção tem sido amplamente aceito em redes sociais e nos fóruns nacionais e internacionais.

 

O documentário ‘ morte estamos todos ’ refletido através de depoimentos em primeira pessoa como morrem os andaluzes e tem família e cuidadores de pessoas sobre a atenção que recebem pacientes no final da vida. Quase um ano após a sua apresentação nos dias de qualidade e dignidade para morrer, realizada na Escola Andaluza de saúde pública (EASP), o vídeo Ele recebeu sobre 4.000 visitas, com uma grande aceitação em redes sociais e em outras para um e seminários nacionais e internacionais.

Este vídeo foi criado precisamente com a idéia “fornecer elementos para reflexão sobre um bastante tabu na nossa sociedade, como é a morte”, Maite explicou Cruz Piqueras, a técnica EASP e coordenador de vídeo, por sua vez feito pelo antropólogo Marina Pérez Trigueros.

A primeira prestação adicional da Lei 2/2010 de 8 Abril direitos e garantias da dignidade das pessoas no processo de morrer pediu que o Ministério da saúde e bem-estar Social da Junta da Andaluzia para preparar, “no prazo de um ano, um estudo sobre como morrer os andaluzes para avaliar regularmente a implementação e o impacto desta lei”, Cruz explicou. Para reunir informações sobre os efeitos que esta lei estava tendo entre os cidadãos de Andaluzia, levantou uma pesquisa com metodologia qualitativa. O objetivo desta pesquisa foi avaliar, do ponto de vista de familiares e cuidadores, os cuidados recebidos pelos pacientes no final da vida. Para fazer isso, eles se tornaram 10 entrevistas em diferentes partes da Andaluzia e com diferentes perfis de indivíduos e os cuidadores familiares de pessoas.

Embora em geral família e cuidadores apreciam cuidados recebidos, o documentário levanta uma série de exigências e melhorar os aspectos que podem ser resumidos na melhoria da comunicação entre pacientes, familiares e profissionais de saúde; elementos de reforçados da privacidade da pessoa que vai morrer; divulgar e esclarecer conceitos entre os cidadãos sobre as directivas ou sedação paliativa.

 

Radiodifusão

Normalmente, na conclusão de um inquérito, os resultados são divulgados através de publicações de caráter científico e, Se possível, com fator de impacto. Neste caso, Este vídeo destina-se a divulgar os resultados de um inquérito, através de um formato diferente, como o vídeo e introduzir elementos de reflexão sobre o fim da vida.

“Quando a morte se torna inevitável e nesta batalha (como recita o poeta e músico Gil Scott-Heron, no final do vídeo) A ciência tem pouco a dizer, recursos do filme, poesia ou literatura nos ajudar a entender melhor a dor, sofrimento e morte”, conclui Maite Cruz.

Após a apresentação nos dias de qualidade e dignidade em morrer e sua divulgação através de redes sociais, o vídeo também tem projectado no XII Colóquio da rede de antropologia médica (REDAM) sobre ‘ novas tendências sociais e culturais da morte’ e a I mostra de documentários do V Congreso Iberoamericano de pesquisa em saúde qualitativa realizado em Lisboa, em outubro passado. Também, o vídeo será apresentado no próximo seminário de ‘ cultura, cinema e saúde ’, organizado pelo Seminari permanente de Recerca i Comunicació Científica - SPRICC- U. Enfermagem Gimbernat, anexado a UAB (Universidade Autônoma de Barcelona) a realizar-se em Barcelona o 6 de marzo de 2013.

 

Vídeo documentário apresentado o 9 de febrero de 2012 no dia da qualidade e dignidade em morrer,coordenada por Maite Cruz Piqueras, Escola Andaluza de saúde pública, e interpretada por Marina Pérez Trigueros. Consulte aqui.

 

Juntadeandalucia.es [en línea] Sevilha (ESP): juntadeandalucia.es, 07 de febrero de 2013 [Ref. 30 de enero de 2013] Disponible en Internet: http://www.juntadeandalucia.es/ Presidência/porta-voz/sociedadysalud/075465/morte/decente/saúde/saúde/vídeo/easp/documentário